A expansão acelerada da construção civil deve repercutir nos negócios da 13ª Construsul, que ocorre de hoje a sábado no Centro de Eventos da Federação das Indústrias do Estado (Fiergs), na Capital. A organização do evento espera a movimentação de cerca de R$ 250 milhões em negócios, montante 38% superior à edição do ano passado.
– A Construsul é um espelho deste momento que o Brasil vive. Na feira, é possível encontrar vários fornecedores concorrentes para fazer a melhor negociação – destacou Cláudio Richter, diretor da Sul Eventos, empresa organizadora da feira.
Voltada principalmente para lojistas e construtoras, a mostra de material de construção e tecnologias aplicadas ao setor terá neste ano 526 expositores, 6% a mais do que em 2009. O número só não é maior pela falta de espaço para abrigar outras empresas. Nos quatro dias, o público visitante deve chegar a cerca de 70 mil.
Cresce a participação de estrangeiros na feira
Um dos destaques será a participação internacional, com a presença de 13 câmaras estrangeiras de indústria e comércio prospectando negócios, ante cinco na edição anterior.
– Aqui se consegue reunir o mercado de todo o Estado e até de fora do Brasil para mostrar produtos e fazer negócios – disse ontem à tarde Rene Game, gerente de Marketing da Fame, fabricante de material elétrico e chuveiros, enquanto acompanhava a montagem do estande da empresa.
Um dos setores que mais cresceu foi o de máquinas pesadas para construção, que estará na 5ª Expomáquinas, simultânea à Construsul. São 46 expositores, o dobro de 2009. O interesse é creditado à expectativa de aquecimento do mercado em razão de obras ligadas à Copa de 2014.
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Emprego na construção bate novo recorde em junho, mas ritmo de contratação cai
SÃO PAULO - O estoque de trabalhadores com carteira assinada aumentou 1,12% em junho na comparação com maio, para o novo recorde de 2,725 milhões de empregados, mas o ritmo de novas contratações desacelerou no mês. Conforme pesquisa mensal realizada pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP) e pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o saldo líquido de contratações em junho foi de 30,067 mil trabalhadores, abaixo da média de 45 mil registrada nos últimos três meses.
Em nota, o presidente do Sinduscon-SP, Sergio Watanabe, explicou a desaceleração das novas contratações pela conclusão de obras públicas estaduais nos últimos meses e pela desaceleração do ritmo de crescimento da construção imobiliária, em decorrência do menor número de lançamentos do fim de 2008 e do começo do ano passado. Os estados em que o crescimento do emprego mais desacelerou em junho foram São Paulo, Minas Gerais e Paraná.
No acumulado do primeiro semestre, o número total de contratações chegou a 268,4 mil e, nos 12 meses encerrados em junho, a 386,7 mil.
Em nota, o presidente do Sinduscon-SP, Sergio Watanabe, explicou a desaceleração das novas contratações pela conclusão de obras públicas estaduais nos últimos meses e pela desaceleração do ritmo de crescimento da construção imobiliária, em decorrência do menor número de lançamentos do fim de 2008 e do começo do ano passado. Os estados em que o crescimento do emprego mais desacelerou em junho foram São Paulo, Minas Gerais e Paraná.
No acumulado do primeiro semestre, o número total de contratações chegou a 268,4 mil e, nos 12 meses encerrados em junho, a 386,7 mil.
Projeto Mão na Massa
Construção civil: cursos gratuitos para mulheres
Nos dias 10 e 11 de agosto, o Projeto Mão na Massa — que capacita mulheres para trabalhar na construção civil — vai inscrever para turmas de uma nova edição de cursos gratuitos. Serão abertas cem oportunidades. Podem participar mulheres com idade de 18 a 45 anos e que tenham cursado até a 5 série do ensino fundamental.
As inscrições serão aceitas, das 8h ao meio-dia, na Rua Ana Néri 1.422, no Rocha. As interessadas devem levar carteira de identidade, CPF, título de eleitor e comprovante de residência (originais e cópias), para fazer o cadastramento.
Durante o curso, as alunas terão 460 horas de aulas práticas e teóricas. Lanche e vale-transporte também serão oferecidos. No fim do curso, as alunas receberão um kit de ferramentas para facilitar acesso ao emprego. E, depois de formadas, as mulheres poderão trabalhar em canteiros de obras na função de meio-oficial, cargo acima do de servente.
SERVIÇO
Inscrição - As inscrições acontecerão nos dias 10 e 11 de agosto, das 8h ao meio-dia. A sede do projeto fica na Rua Ana Néri 1.422, no Rocha. É preciso levar originais e cópias dos seguintes documentos: carteira de identidade, CPF, título de eleitor e comprovante de residência. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (21) 3147-5100.
Curso - Durante o curso, todas as participantes recebem vestuário profissional e equipamentos de proteção individual. No período das aulas, são oferecidos lanche e vale-transporte. A etapa prática é coberta com uma bolsa-auxílio durante dois meses. Ao fim do curso, as alunas recebem um kit de ferramentas para facilitar acesso ao emprego.
Nos dias 10 e 11 de agosto, o Projeto Mão na Massa — que capacita mulheres para trabalhar na construção civil — vai inscrever para turmas de uma nova edição de cursos gratuitos. Serão abertas cem oportunidades. Podem participar mulheres com idade de 18 a 45 anos e que tenham cursado até a 5 série do ensino fundamental.
As inscrições serão aceitas, das 8h ao meio-dia, na Rua Ana Néri 1.422, no Rocha. As interessadas devem levar carteira de identidade, CPF, título de eleitor e comprovante de residência (originais e cópias), para fazer o cadastramento.
Durante o curso, as alunas terão 460 horas de aulas práticas e teóricas. Lanche e vale-transporte também serão oferecidos. No fim do curso, as alunas receberão um kit de ferramentas para facilitar acesso ao emprego. E, depois de formadas, as mulheres poderão trabalhar em canteiros de obras na função de meio-oficial, cargo acima do de servente.
SERVIÇO
Inscrição - As inscrições acontecerão nos dias 10 e 11 de agosto, das 8h ao meio-dia. A sede do projeto fica na Rua Ana Néri 1.422, no Rocha. É preciso levar originais e cópias dos seguintes documentos: carteira de identidade, CPF, título de eleitor e comprovante de residência. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (21) 3147-5100.
Curso - Durante o curso, todas as participantes recebem vestuário profissional e equipamentos de proteção individual. No período das aulas, são oferecidos lanche e vale-transporte. A etapa prática é coberta com uma bolsa-auxílio durante dois meses. Ao fim do curso, as alunas recebem um kit de ferramentas para facilitar acesso ao emprego.
Emprego na construção civil atinge patamar recorde em junho
Setor contratou 268,4 mil trabalhadores no primeiro semestre deste ano
Folha Online
A construção civil brasileira contratou 268,4 mil trabalhadores no primeiro semestre deste ano, o que representa um acréscimo de 10,93%. Com esse resultado, o número de empregados formais atingiu 2,725 milhões, novo recorde na série histórica, segundo pesquisa feita pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) com a FGV (Fundação Getulio Vargas).Apesar desse desempenho, o ritmo de crescimento do nível de emprego desacelerou em junho, quando foram contratados 30,1 mil trabalhadores com carteira assinada, o que representou um aumento de 1,12% em relação a maio. Nos três meses anteriores, o saldo líquido mensal médio foi de 45,5 mil vagas.Segundo o presidente do SindusCon-SP, Sergio Watanabe, a desaceleração do emprego está ligada à proximidade das eleições, já que "diversas obras públicas estaduais foram concluídas e inauguradas nos últimos meses, sem o início de novas". Além disso, ele destaca que "houve uma ligeira desaceleração no ritmo de crescimento da construção imobiliária".A desaceleração mensal no emprego foi mais sentida nos Estados de São Paulo, Minas Gerais e Paraná. Ainda assim, em São Paulo, o setor empregava 735 mil empregados formais ao final de junho, patamar também recorde.
Folha Online
A construção civil brasileira contratou 268,4 mil trabalhadores no primeiro semestre deste ano, o que representa um acréscimo de 10,93%. Com esse resultado, o número de empregados formais atingiu 2,725 milhões, novo recorde na série histórica, segundo pesquisa feita pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo) com a FGV (Fundação Getulio Vargas).Apesar desse desempenho, o ritmo de crescimento do nível de emprego desacelerou em junho, quando foram contratados 30,1 mil trabalhadores com carteira assinada, o que representou um aumento de 1,12% em relação a maio. Nos três meses anteriores, o saldo líquido mensal médio foi de 45,5 mil vagas.Segundo o presidente do SindusCon-SP, Sergio Watanabe, a desaceleração do emprego está ligada à proximidade das eleições, já que "diversas obras públicas estaduais foram concluídas e inauguradas nos últimos meses, sem o início de novas". Além disso, ele destaca que "houve uma ligeira desaceleração no ritmo de crescimento da construção imobiliária".A desaceleração mensal no emprego foi mais sentida nos Estados de São Paulo, Minas Gerais e Paraná. Ainda assim, em São Paulo, o setor empregava 735 mil empregados formais ao final de junho, patamar também recorde.
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